sexta-feira, 16 de março de 2012

A Igreja e o Exército

[Publiquei originalmente os 2 posts abaixo no facebook - aqui e aqui]

1)

“Em Deus eu não acredito, não. Mas na Igreja, sim.”

Isto é Diogo Mainardi, em mais uma síntese brilhante para a posteridade.


Está tudo aí, em apenas 10 palavrinhas: a tolerância, o discernimento, a honestidade intelectual, o senso de humor.

Ninguém precisa acreditar em Deus para reconhecer o conjunto de valores éticos, morais e culturais do cristianismo, que definiram o mundo ocidental.

Ninguém precisa acreditar em Deus para querer que seus filhos tenham acesso a toda a herança artística e filosófica da Igreja Católica.

Ninguém precisa acreditar em Deus para repudiar a retirada de símbolos cristãos de locais públicos em nome do "laicismo".

Ninguém precisa acreditar em Deus para não se deixar levar pela caricatura e pelas falsificações históricas que os inimigos da Igreja fazem dela.

Ninguém precisa acreditar em Deus para saber que a descristianização da sociedade, da educação, da mídia e da cultura está diretamente relacionada ao aumento da violência, da crueldade, do egoísmo e da insensibilidade.

Não. Ninguém precisa acreditar em Deus para saber das coisas.

É preciso, no entanto, ter um desejo que os devotos do Santo Senso Comum, os fanáticos de Nosso Senhor dos Automatismos Mentais, os apóstolos de São Feicebuquiano dos Reflexos Condicionados, os crentes de Nossa Senhora da Imprensa Esquerdista não têm; e fazer com ele algo que essa gente é incapaz de fazer.

Para saber das coisas, afinal, é preciso ter desejo de conhecimento - e estudar.

2)

Este texto - que eu gostaria de ter escrito - presta o devido tributo àqueles que estão sempre dispostos a nos proteger, seja qual for a condição, apesar de toda a campanha de desmoralização que sofrem daqueles que não fazem outra coisa senão nos enganar. Não é à toa que o Exército e a Igreja são os alvos permanentes da máquina petista de mentiras. A lealdade e a moralidade resultantes da educação militar e cristã são eternos obstáculos a quem depende da frouxidão alheia para usurpar o poder.

*****

A PF não quer ir pra fronteira porque a diária é pouca? Chamem os milicos.
A PM não quer subir o morro porque é perigoso? Chamem os milicos.
A PM faz greve porque o salário é baixo? Chamem os milicos.
A Anvisa não quer inspecionar gado no campo? Chamem os milicos.
O Ibama não dá conta de fiscalizar os desmatamentos? Chamem os milicos.
Os corruptos ganham milhões e não constroem as estradas? Chamem os milicos.
As chuvas destroem cidades? Chamem os milicos.
Caiu avião no mar ou na selva? Chamem os milicos.
Em caso de calamidades públicas, a Defesa Civil não resolve? Chamem os milicos.
Desabrigados? Chamem os milicos.
A dengue ataca? Chamem os milicos.
O Carnaval, o Ano Novo ou qualquer festa tem pouca segurança? Chamem os milicos.
Certeza de eleições livres? Chamem os milicos.
Presidentes, primeiros-ministros e visitantes importantes de outros países? Chamem os milicos.

Adicional noturno? Não temos!
Periculosidade? Não temos!
Escalas de 24 por 72 horas? Não temos!
Hora extra, PIS, PASEP? Não temos!
Residência fixa? Não temos!
Certeza de descanso no fim de semana? Não temos!
Salário adequado? Não temos!

Acatar todas as ordens para fazer tudo isso e muito mais, ficando longe de nossas famílias, chama-se respeito à hierarquia.
Aceitar tudo isso porque amamos o que fazemos chama-se disciplina.
Quer conhecer alguém que ama o Brasil acima de tudo? Chame um milico!

* [Nota: a autoria do texto ainda é desconhecida.]


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