sábado, 20 de julho de 2013

A "franqueza" dos impostores

[Publicado originalmente no facebook. Versão atualizada com itens 3 e 4.]

1.

BARACK OBAMA: Quando o Trayvon Martin levou o tiro, eu disse que ele poderia ter sido meu filho. Uma outra maneira de dizer isso é: Trayvon Martin poderia ter sido eu, há 35 anos. (...)

PIM: “Poderia ter sido eu”? Que o jovem Barry Soetoro, vulgo Barack Hussein Obama, também usava drogas, ele mesmo confessou em livro depois de velho, mas os internautas já querem é saber do resto: diga-me, sr. presidente, quem foi o hispânico que o senhor espancou na juventude?

E mais: o senhor poderia ter sido também De’Marquis Elkins, o jovem negro de 17 anos que matou o bebê branco Antonio com um tiro no rosto, porque sua mãe, Sherry West, não tinha dinheiro para lhe entregar quando ele e outro adolescente negro a assaltaram?

O senhor poderia ser ainda, por outro lado, Roderick Scott, o "George Zimmerman negro" igualmente absolvido pela Justiça por ter matado Christopher Cervini - o adolescente branco de 17 anos que estava arrombando os carros dos vizinhos de Scott com dois miguxos delinquentes - após ordenar, apontando-lhe uma arma para a qual tinha o devido porte legal, que eles ficassem parados à espera da polícia e ser então desobedecido pelo desarmado Cervini, que teria apenas avançado carregado de ódio em sua direção e acabou levando os dois tiros fatais sem nem sequer tê-lo tocado, muito menos agredido, ao contrário do que fez Trayvon com Zimmerman?

Ué, sr. presidente, essas tragédias o senhor, a sua oba-mídia e as celebridades de Hollywood não vão explorar?

(E sobre o vídeo, então, do item 3 deste artigo, nem uma palavrinha? Seria este monstro mais uma "vítima" afroamericana? Se esta senhora, espancada em domicílio, tivesse sacado uma arma e o matado, ela também seria condenada por racismo pelo vosso tribunal, "eçelença"?)

BARACK OBAMA: (...) Há muito poucos homens afroamericanos neste país que não tiveram a experiência de ser seguidos quando fazem compras numa loja de departamentos. Eu me incluo entre eles. Há poucos que não tiveram a experiência de andar na rua e ouvir o clic das portas de carro sendo trancadas. Eu me incluo entre eles, pelo menos antes de me eleger senador. (...)

PIM: Como escreveu Olavo de Carvalho: “O discurso é mentiroso. O único lugar do mundo onde Obama, na juventude, sofreu qualquer discriminação racial, foi a Indonésia. Nos EUA foi paparicado e protegido por todos os meios possíveis e imagináveis. A única semelhança entre ele e Trayvon Martin é a mentalidade.”

BARACK OBAMA: (...) Este conjunto de experiências informa a maneira como a comunidade afroamericana interpreta o que aconteceu uma noite na Flórida. A comunidade afroamericana sabe muito bem que há uma disparidade racial na aplicação das nossas leis criminais. Tudo, desde a aplicação da pena de morte até a aplicação das leis sobre drogas. E isso tem impacto sobre como as pessoas interpretam o que ocorreu. (...)

PIM: O que tem impacto sobre como as pessoas interpretam o que ocorreu no caso Zimmerman é a manipulação dos fatos pela oba-mídia, explorada antes e depois do julgamento pelo presidente Obama, com toda a sua demagogia racial terceiro-mundista, conforme eu já havia escrito aqui.

BARACK OBAMA: (...) Acho também que a comunidade afroamericana não é ingênua e sabe que, estatisticamente, Trayvon Martin tinha mais chances de levar um tiro de alguém como ele [George Zimmerman] do que por outros. (...)

PIM: As estatísticas do próprio governo americano mostram que 93% dos 8 a 9 mil negros mortos por ano são assassinados por outros negros. Não faço ideia da estatística em relação a “levar um tiro”, mas, por mais mirolhos que sejam os brancos, é improvável que mais brancos atirem em negros se morrem muito mais negros assassinados por negros, não é mesmo? Em todo caso, a menos que 7 seja um número maior do que 93 na matemática obâmica, a probabilidade de um não negro (como o "branco hispânico" Zimmerman, de acordo com a categoria racial inventada pela oba-mídia) MATAR Trayvon era muito menor.

BARACK OBAMA: (...) É compreensível que tenha havido manifestações, vigílias e protestos, parte disso tem que ser vivido, desde que não haja violência. (...)

PIM: Isto é um presidente de república bananeira estimulando as manifestações da população negra contra a Justiça – este maldito poder independente - do país que governa, logo depois de plantar o ódio racial contra brancos e hispânicos.

BARACK OBAMA: (...) Mas, além dos protestos ou vigílias, a pergunta é: o que podemos fazer de concreto? (...)

PIM: Aí está aquele momento mágico em que a versão dos fatos manipulada durante mais de um ano - somada às lisonjas demagógicas do presidente que providencialmente omite as agressões de Trayvon de sua narrativa - justifica enfim o anúncio das propostas de ação política que vão efetivar a agenda do Partido Democrata: novas leis municipais, estaduais e federais para tornar os negros, como Barack Hussein Obama, cada vez mais intocáveis, revogando até o direito à legítima defesa dos outros caso o agressor seja um deles, como Trayvon.

BARACK OBAMA: (...) Nós precisamos passar algum tempo pensando como apoiamos e reforçamos nossos meninos afroamericanos. É algo sobre o que Michelle e eu conversamos muito. Há muitas crianças que precisam de ajuda, que recebem muito reforço negativo. Podemos fazer mais para lhes dar o senso de que o país se preocupa com eles? (...)

PIM: Que tal fazer mais para lhe dar o senso de que elas podem vencer por seus próprios méritos, como por exemplo o dr. Ben Carson fez e prega, em vez de educá-las a esperar que o governo lhes passe a mão na cabecinha, dizendo: “Oh, oh, coitadinhas, nós vamos cuidar de vocês”?

Mas aí, é claro, não seria o comunista Barack Hussein Obama, o primeiro presidente negro do país onde os negros ainda não têm vez, não é mesmo? Aquele que, quando toma medidas para imunizar os negros, mesmo quando são eles os agressores, está sempre cuidando também do seu próprio rabo.

2.

Os trechos acima são apenas alguns do discurso que a obamista Lúcia Guimarães, do Estadão, aquela que chama Zimmerman de assassino, acha muito lindo. E ela escreve:

"As palavras de Obama foram recebidas de maneira geralmente positiva por comentaristas negros. E já começam, [sic] a ser atacadas com virulência por conservadores brancos nas redes sociais."

Como uma boa RP de Obama no Brasil, Lúcia acirra o jogo de brancos contra negros, tranformando o caso em uma simples questão racial, como se de gigantes como Thomas Sowell, talvez o maior intelectual negro do mundo, a apresentadores de talk show como Larry Elder e Leo Tarrell, passando pelo próprio dr. Ben Carson, é claro, e por empresários conservadores como Herman Cain, não houvesse um monte de negros que não veem nisso tudo nada muito positivo.

"O discurso foi surpresa. Mas a reção [sic], previsível", completou Lúcia, cuja reação, sem dúvida, era mais do que previsível, principalmente a parte em que ela elogia a "franqueza" de Obama.

De fato, para qualquer observador minimamente qualificado e intelectualmente honesto, Obama é mesmo como a sua oba-mídia: francamente impostor.



3.

Qual é a única chance que uma mulher tem contra um homem que a espanca assim em sua própria casa [na frente da filha dela, no caso] e que, sendo muito mais forte do que ela, nem sequer precisa estar armado para isso?


A resposta é óbvia: ter uma arma a seu alcance para tentar se defender e, quem sabe, estourar os miolos do desgraçado.

A arma nas mãos da mulher espancada muda a dinâmica de poder no confronto. Por isso é evidente que as mulheres - como o vídeo exemplifica - são as mais prejudicadas pelo desarmamento civil, porque, mesmo que os criminosos ficassem desarmados - como o conto de fadas esquerdista faz os "idiotas úteis" acreditarem -, eles não precisam de armas para agredir, estuprar ou assassinar pessoas mais fracas do que eles, como normalmente são as mulheres. Ao contrário: elas é que ficam indefesas sem esta opção.

E como escreveu Ann Coulter tempos atrás:

"Vários estudos, incluindo um realizado pelo Instituto Nacional de Justiça, órgão de pesquisa do Departamento de Justiça americano, mostra que vítimas de crimes que reagem com uma arma possuem menos chances de sair feridas do que as que não resistem de forma alguma, ou que resistem desarmadas. Isso vale até para quando o assaltante está armado."

Segundo as estatísticas oficiais, "400 mil cidadãos e cidadãs dos EUA salvam suas vidas anualmente reagindo à bala contra serial killers, assaltantes, estupradores etc", como já escreveu também Olavo de Carvalho. Os esquerdistas como Barack Obama e sua oba-mídia querem proibir as armas para eliminar os 8 mil homicídios por ano no país. Façam suas contas e vejam quantos homicídios a proibição de armas deles fomentará.

O resto é conversa para gigante dormir...

4.

O agressor negro que aparece no vídeo é Shawn Custis, de 42 anos. Felizmente, ele foi preso pela polícia e será julgado.


Mas, embora sempre haja algum Sakamoto americano por lá, ninguém precisa defender este monstro no tribunal da mídia. Ele decerto incrementará as estatísticas das feministas em relação a agressões de homens contra mulheres, e a esquerda sairá ganhando do mesmo jeito.

Para um esquerdista, o negro que agride uma mulher não é negro. É apenas um homem que agride uma mulher. O ganho político, portanto, é feito por esta outra via.

O negro agressor de mulheres só vira negro, para um esquerdista, quando ele é condenado. Porque aí ele incrementará as supostas estatísticas de negros condenados, sem que haja qualquer menção ao crime em si - ou seja: a agressão à mulher desaparece -, e Barack Obama poderá então continuar repetindo exatamente o que disse: "A comunidade afroamericana sabe muito bem que há uma disparidade racial na aplicação das nossas leis criminais" etc. etc. E assim se ganha politicamente também por esta via.

Vocês conseguem ver, através disso que estou explicando, como enfrentar esquerdistas não é coisa para principiantes?

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Leia também sobre desarmamento brasileiro, no Blog do Pim:

- A pontualidade do nosso atraso
- O monopólio das vaginas
- ...e outros.

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