quinta-feira, 11 de julho de 2013

O mundo inteiro está cheio de todo mundo

1.

Dois irmãos negros comem pipoca assistindo à televisão. A mãe chega, atravessa a sala e desliga o aparelho. Eles protestam.

MÃE: Vocês assistem demais à TV.
FILHO 1: Não tanto assim.
FILHO 2: Não mais do que todo mundo.
MÃE: Não se preocupe com todo mundo. O mundo inteiro está cheio de todo mundo.

Para desespero dos filhos, ela diz que, de agora em diante, eles terão de escolher dois programas por semana e só poderão vê-los depois de terminar o dever de casa, sendo que, no tempo livre, terão de ir à biblioteca escolher dois livros e entregar a ela, no fim de cada semana, relatórios escritos sobre ambos.

O desespero dos filhos aumenta e a mãe se sai com mais um discurso memorável:

— Por que vocês perdem tanto tempo assistindo à TV? Se vocês usassem esse tempo para desenvolver os talentos que Deus lhes deu, não demoraria muito tempo para que as pessoas assistissem a vocês na TV.

2.

A cena acima é de “Mãos talentosas” (“Gifted hands”), o filme — disponível dublado ou com legendas em espanhol no Youtube — sobre a história real do dr. Benjamin Carson, o filho 1 interpretado, quando adulto, por Cuba Gooding Jr.. Assista. O dr. Ben Carson, como é chamado nos EUA, veio de uma família negra e pobre, era o pior aluno da turma no ensino fundamental e sofria gozações dos colegas por sua suposta burrice. Hoje é o melhor neurocirurgião pediátrico do mundo, o primeiro médico a separar com sucesso gêmeos siameses unidos pela cabeça.

Em uma de suas muitas aparições reais na TV, multiplicadas principalmente após ter tido a coragem de propor uma alternativa aos princípios do governo Obama em um discurso contra o patrulhamento "politicamente correto" dado a dois passos do presidente — para o desespero de seus assessores e também da mídia esquerdista, incumbida por natureza de abafar o carisma de qualquer negro que venceu na vida por seus próprios méritos e se opõe ao coitadismo racial —, ele lembrou a frase da mãe, Sonya, sobre um dia ser visto exatamente ali e disse sorrindo [aos 7 minutos] como quem cumpre a profecia no ato: “Hi, everybody.

3.

Sonya Carson, diria eu, foi para Benjamin uma Dostoiévski analfabeta. Em carta a Mlle. Gerassímova de março de 1877, o escritor russo recomendava que ela adiasse a entrada na Escola Normal de Medicina Para Mulheres para se ocupar primeiro de sua educação geral, sem a qual acabaria se juntando àqueles que só fazem mal à própria profissão: “É que simplesmente a maioria de nossos especialistas são pessoas de educação chocantemente precária. Em outras terras é bastante diferente: lá encontramos um Humboldt ou um Claude Bernard, pessoas com grandes ideias, grande cultura e conhecimento para além de seu campo de atuação. Mas, entre nós, mesmo pessoas de talento são incrivelmente pouco educadas.”

Com uma autoridade materna cada vez mais rara nesses tempos em que os pais acreditam educar os filhos à base do “vamos combinar”, a sra. Carson, ao mesmo tempo que salvou Benjamin da palermice absoluta e da zombaria dos colegas, também antecipou boa parte da educação geral do futuro médico, evitando que ele se tornasse um especialista inculto como os da Rússia do fim do século XIX descritos por Dostoiévski, ou também presunçoso, como os do Brasil do início do século XX satirizados por Lima Barreto — sempre atualíssimo.

No conto “Harakashy e as escolas de Java” (lê-se: do Brasil), o escritor mulato explicava que os nossos sábios eram aqueles que fugiam dos laboratórios e dos livros: “Basta que um sujeito tenha aprendido um pouco de álgebra ou folheado um compêndio de anatomia, para se julgar cientista e se encher de um profundo desdém por toda a gente, sobretudo pelos literatos ou poetas. Contudo todos desse gênero querem sê-lo e, em geral, são péssimos.” A mentalidade geral brasileira, tão bem descrita por Lima Barreto, como já apontou Olavo de Carvalho, segue a das vizinhas fofoqueiras diante da biblioteca do major Quaresma: “Para quê tanto livro, se não é nem bacharel?” “Que, em contrapartida”, diria o filósofo, “faltem livros nas estantes dos bacharéis e doutores, onde abundam garrafas de uísque e fotos de viagens internacionais, é coisa que não ofende nem choca a alma nacional.”

[Meu trecho favorito daquele conto, no entanto, é mesmo sobre a nossa medicina: “O tratamento geralmente empregado é o do vestuário médico. Consiste ele em usar o doutor certo traje para curar certa moléstia. Para sarar bexigas, o médico vai em ceroulas; para congestão de fígado, sobrecasaca e cartola; para tuberculose, tanga e chapéu de palha de coco; antraz, de casaca, etc., etc.”]

Uma prova aliás de que a literatura barretiana continua atualíssima, em sua sátira do ódio à inteligência neuroticamente compensado pelo culto devoto a títulos, honrarias e demais aparências, é o artigo recente de Fernando Reinach, “Darwin e a prática da 'Salami Science'”, no qual o autor lamenta que o objetivo da ciência nacional seja agora publicar artigos fatiados como salame no maior número possível de revistas especializadas: “No Laboratório de Biologia Molecular, nossos ídolos eram os cinco prêmios Nobel do prédio. Publicar muitos artigos indicava falta de rigor intelectual. (...) Você se tornaria um cientista de respeito se o esforço de uma vida pudesse ser resumido em uma frase: Ele descobriu... Os três pontinhos teriam de ser uma ou duas palavras: a estrutura do DNA (Watson e Crick), a estrutura das proteínas (Max Perutz), a teoria da Relatividade (Einstein). (...) Hoje, nas melhores universidades do Brasil, (...) a maioria está preocupada com quantos trabalhos publicou no último ano — e onde.”

A “descoberta” do dr. Carson talvez não possa ser, analogamente, resumida em uma ou duas palavras, mas creio que as doze que utilizei lá em cima para apresentá-lo — “o primeiro médico a separar com sucesso gêmeos siameses unidos pela cabeça” — dizem alguma coisa sobre o seu rigor intelectual e o grupo em que ele está.

Se nem sequer a literatura de Lima Barreto escapou de certo vitimismo, não necessariamente o de raça, mas aquele "no qual as personagens às vezes até conseguem captar a medida de responsabilidade que tiveram em seus destinos, mas sem jamais lograr verdadeiras mudanças", como escreveu o crítico literário Rodrigo Gurgel, a mãe do neurocirurgião pediátrico jamais permitiu que ele seguisse nesse caminho, à medida que desenvolveu no filho o hábito e até a obrigação moral de encontrar a solução para os seus próprios problemas, sem descontá-lo em mais ninguém, nem exigir compensações descabidas; o que, somado não apenas ao conhecimento adquirido, mas à imaginação e à criatividade desenvolvidas pela leitura, bem como ao senso cristão de responsabilidade pessoal, impulsiona qualquer cérebro ao menos na direção das grandes mudanças e realizações.

Hoje, ninguém precisa desenvolver os talentos que Deus lhe deu para aparecer na TV, principalmente a brasileira; e se o talento do sujeito ainda for intelectual, a TV será mesmo o último lugar onde ele vai aparecer, o que, no fim das contas, é apenas mais um motivo para desligá-la. A TV brasileira é a mãe marxista que manda até seus filhos burgueses irem às ruas exigir tudo do Estado, menos uma biblioteca não marxista para a qual mandá-los, a fim de que não sejam tão incultos e presunçosos.

O tamanho da falta que uma figura como o dr. Ben Carson faz no ambiente cultural brasileiro — e uma mãe como a sua nas famílias pobres e ricas do país — é tão imenso e imensurável que nada mais me resta senão expor o seu exemplo, bem como algumas daquelas suas opiniões que, vindo de quem vem e da maneira simples, respeitosa e inspiradora com que pregam uma mudança de atitude das pessoas em relação à vida, estimulando a confiança em seus potenciais, ao invés da "esperança" de que alguém as trate como coitadinhas, causam um verdadeiro curto-circuito na esquerda americana, que não pode simplesmente demonizá-lo como racista ou elitista sem cair no ridículo ululante.

Como disse o radialista Rush Limbaugh: "O dr. Carson tem uma história de sucesso vindo do nada, que o Partido Democrata diz não ser possível nos EUA. Essa história os amedronta porque se impõe como contraste gritante à mensagem deles não só aos afroamericanos, mas a todas as pessoas. O Partido Democrata não quer que as pessoas pensem que se tornar Ben Carson é possível nos EUA. É injusto demais. É imoral demais. Não há maneira alguma pela qual um sujeito negro poderia se tornar tão bom e tão poderoso; não por si só. Ele é uma ameaça a tudo isto."

Uma ameaça a todo um modo de encarar as coisas que também se tornou natural aqui no país do fingimento eterno e da educação chocantemente precária.

Cientistas, médicos, empresários, professores, negros, gays, pobres, mulheres, universitários, índios, parece que ainda estão todos na mesma sala, comendo pipoca, assistindo à TV. O Brasil inteiro está cheio de todo mundo. E num país onde todo mundo se preocupa com todo mundo, todo mundo — por mais dinheiro que ganhe — acaba não sendo, nem ajudando ninguém.

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Com a palavra, o dr. Ben Carson:
[Trechos traduzidos e organizados por Felipe Moura Brasil]

LIVROS

Quando eu era um estudante especialmente ruim, minha mãe desligou a TV e nos fez começar a ler livros. Um dos primeiros que li foi Up from slavery [no Brasil, “Memória de um negro”, primeiro trabalho de tradução de Graciliano Ramos]. Era a autobiografia de Booker T. Washington — como ele nasceu escravo e ainda assim aprendeu a ler. Ele leu todos os livros à vista e se tornou um assessor de presidentes. Então eu comecei a ler um monte de livros sobre animais e ciências. Eu era muito interessado em todo o conceito da ciência, da matemática e da tecnologia. No ensino médio, comecei a me envolver com feiras de ciências, a trabalhar nos laboratórios, e basicamente guiei minha vida nessa direção.

DECISÃO

Eu tinha outros interesses também. Estava na banda da escola. Eu era muito bom com o barítono e ganhei uma bolsa para Interlaken, a prestigiada faculdade de música. Eu teria sido o primeiro bolsista desse tipo na história da minha escola. No dia seguinte ao anúncio, o diretor da banda veio até mim e disse: “Não aceite isso.” E olha que isso teria sido uma grande estrela no currículo dele. “Você vai ser um grande médico um dia e eu não quero que você enfraqueça sua visão por essa bolsa.” Então eu acho que toda a leitura que fiz no início da vida me deu a mentalidade de que eu precisava para aquela decisão. Eu vim a entender que a pessoa que tem mais a ver com você e seu futuro é você. Não podemos culpar pelas nossas decisões algum outro indivíduo ou alguma coisa do ambiente em que vivemos. É você e o que você decide fazer.

VOCAÇÃO

É extremamente importante descobrir quem você é. Para isso, você precisa passar um tempo usando o maior dom que você tem: o seu cérebro. Isso significa conversar com pessoas inteligentes, abrir seus olhos, observar e ver o que está acontecendo ao seu redor. Uma das coisas que eu reconheci quando criança foi que as pessoas que nós admirávamos eram os traficantes de drogas — eles tinham os carros de luxo com os grandes pneus de calotas brancas, tinham as correntes e tudo; e eles pareciam tão maneiros, eles nos traziam doces e amávamos vê-los chegando — mas eu percebi que nenhum deles jamais chegava a envelhecer. Isso foi uma realidade negativa enorme. É por isso que eu digo aos jovens: “Olhe para as pessoas, para onde elas estão indo, se estão felizes. Olhe se estão realizadas. Deixe esses tipos serem aqueles que você imita. Olhe para todo o conflito em que as pessoas ditas glamourosas se envolvem — as vidas infelizes. Elas podem acreditar estarem vivendo o estilo de vida que todo mundo quer imitar... mas, na verdade, não é assim. Não se você parar e pensar sobre isso. Olhe para as pessoas que fazem a diferença em nossa sociedade. Olhe para suas vidas e então decida em qual dessas pessoas você quer se espelhar.”

RAÇA

Como um neurocirurgião que opera pessoas do mundo inteiro — quando eu abro o crânio e olho para o cérebro, eu não posso dizer se é um cérebro preto, branco, asiático ou latino-americano. Eles são todos iguais. Isso [o que está dentro] é o que faz de você a pessoa que você é. Não é o material “racial”. Isso é supérfluo. Isso não significa absolutamente nada.

VITIMISMO

Minha mãe, que talvez tivesse a pior vida que se possa imaginar, foi um dos vinte e quatro filhos [dos meus avós], casou aos treze anos de idade, depois descobriu que seu marido era bígamo e foi deixada com duas crianças pequenas para criar sozinha. Mas ela nunca sentiu pena de si mesma. Ela nunca desenvolveu uma mentalidade de vítima. Ela sempre disse: “Eu posso lidar com isso... Eu posso fazer algo a respeito disso.” Por isso ela nunca deixou que também desenvolvêssemos essa mentalidade. Se alguma vez viéssemos com uma desculpa, ela sempre tinha a mesma resposta: “Você tem um cérebro? Se a resposta for sim, então você podia ter imaginado como sair dessa!” (Risos) Realmente não importa o que qualquer outra pessoa está fazendo. Quando você cresce com uma mãe assim, é muito difícil se tornar uma vítima; e eu acho que é, talvez, uma das melhores coisas que ela fez por nós, porque se você pensar que é uma vítima, então você é.

VITIMISMO & ESQUERDISMO

Desenvolveu-se uma cultura onde um partido em particular tende a ser visto como aquele que está protegendo você, que está protegendo os seus direitos, e aconteceu de este ser o Partido Democrata [o partido esquerdista de Barack Hussein Obama] para muitas pessoas na comunidade afroamericana. O que eu realmente gostaria de ter em vista é uma situação em que conseguimos fazer com que as pessoas cresçam e utilizem o enorme potencial que Deus lhes deu, e trabalhem umas com as outras para que todos nós possamos crescer juntos, em vez de praticamente ter uma classe de pessoas nas quais passamos a mão na cabeça e dizemos: “Oh, oh, coitadinhos. Nós vamos cuidar de vocês.”

ABORTO

Não é politicamente correto ser contra o aborto porque todo mundo teria seus direitos, incluindo uma mulher que supostamente teria o direito de exterminar a vida de um bebê. É uma questão difícil, porque as pessoas tendem a ser intransigentes em suas opiniões. Mas aqui está como eu respondo à questão sobre o feto estar vivo: tome um endoscópio e coloque-o no útero quando o feto tiver 20 semanas e veja a pequena criatura se movendo — reagindo a estímulos, tendo olhos, boca, dedinhos, o coração batendo, e tudo que está acontecendo. Diga-me que não é um organismo vivo. Eu não compro essa ideia! [Só para deixar claro: o dr. Carson não compra essa ideia nem se o feto tiver uma única semana; ele usou o exemplo das 20 porque obviamente o feto está então mais parecido com uma criança quando visto por um leigo com o auxílio de um endoscópio.]

Há um monte de pessoas que dizem: “Concordo com você. Eu acho que é errado, e eu nunca faria um aborto, mas eu acho que não tenho o direito de impor meus sentimentos aos outros.” Essa pode ser a resposta de muitas pessoas, mas suponha que os abolicionistas tivessem pensado assim nos séculos XVIII e XIX. Suponha que eles tivessem dito: “Eu não vou possuir escravos. Eu realmente acho que a escravidão é errada, mas, se você quiser ter os seus, tudo bem.” Se os abolicionistas tivessem tido essa atitude, onde estaríamos agora? Temos que lidar com essas grandes questões morais, e o aborto é uma questão importante para a nossa geração. Você não pode simplesmente enfiar sua cabeça na areia.

OPORTUNIDADE

Quando eu paro e olho, noto que existem muitos acontecimentos inexplicáveis na minha vida. Eu tive tantas experiências que só costumam acontecer uma vez — experiências únicas logo após outras que rapidamente chegaram aos olhos do público. Honestamente, eu não acredito que sou muito melhor do que qualquer outro neurocirurgião. Apenas me parece que as cartas foram embaralhadas em meu favor. Alguns casos extremamente incomuns e uma série de situações difíceis apareceram e eu estava no lugar certo, na hora certa. Pessoas boas e boas instituições me ajudaram. Eu acho que talvez tudo tenha acontecido para me fornecer uma plataforma para fazer muito mais coisas do que eu poderia realizar na sala de cirurgia e poder realmente produzir um efeito na vida das pessoas. Falei em doze formaturas neste ano. Sete delas eram escolas médicas. Estou tendo a oportunidade de afetar a vida de muitas pessoas — mesmo nos níveis de ensino fundamental e médio — através de nossos programas de bolsas, de nossas Salas de Leitura e das muitas palestras públicas que eu dou. Há inúmeras oportunidades de causar um impacto positivo na sociedade. Eu acho que tinha de ter passado por essas coisas, a fim de obter a credibilidade para fazer todas as outras e muito mais.

GRATIDÃO

Para mim, a gratidão significa que a cada dia e a cada hora, em vez de se queixar sobre as coisas, em vez de dizer "Pobre de mim", e em vez de pensar sobre os problemas que eu possa ter, eu sou grato. Basta dizer: "Então, se eu tiver um pneu furado? Pelo menos eu tenho um carro.” (Risos) “Então, se eu estou com fome! Pelo menos eu sei que tenho um lugar onde eu possa ir e comer.” Realmente não importa o que a coisa é, porque ele poderia ser muito pior. Essa é realmente a atitude que a gratidão dá a você. Dá a mentalidade de que “o copo está metade cheio”. Mantém você em um estado de espírito positivo. E quando você está em um estado de espírito positivo, você pode transmitir isso para as outras pessoas.

6 comentários:

  1. Excelente história de vida. Dois vídeos que inspiram sempre: do Ben Carson discursando na frente do Obama e outro antigo onde Olavo de Carvalho analisa a cultura brasileira na rede vida. Parabéns pelo blog.

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  2. Cristiano Caporezzo11 de julho de 2013 19:51

    Dr Ben Carson é um excelente exemplo do poder do indivíduo. Pois mesmo adimitindo que, logicamente, teve ajuda de determinadas situações/pessoas ao decorrer de sua vida, foi sua conduta positiva e ativa que possibilitou a captação de oportunidades! Esse é o problema maior do Marxismo, uma vez que segundo esta doutrina todas as pessoas são destituidas de autodeterminação, sendo meras vítimas do meio social onde vivem! Mais um excelente texto F.M.Brasil!

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  3. Brilhante!

    Agora, um "off topic* com momento "você jura?"

    >>>
    https://www.facebook.com/livrariamarxista

    Sim, existe! (Céus!)

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  4. Sonya Carson, um exemplo de mãe!
    Pelo que li ela nem sequer sabia ler direito, mas mesmo assim sabia como ler é importante!!!

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  5. Quanta sabedoria,
    Dr Ben Carson como um exímio cirurgião que é com toda certeza seria um excelente e respeitável presidente.
    Já o sr Barack como presidente pudesse ser aproveitado como um ator medíocre,talvez.

    Hoje lí um texto de Olavo de Carvalho que sentí necessidade de reproduzir um trecho:

    ..."O renascimento cultural do Brasil vem-se preparando no silêncio e na modéstia do trabalho sério, do esforço genuíno, na paciente aquisição dos instrumentos da vida intelectual superior. Quando esses jovens ocuparem o espaço que merecem, não haverá mais lugar para os picaretas de luxo, para os comedores insaciáveis de verbas públicas, para os apadrinhados de um governo que vive da mentira e da corrupção. Quando soar a hora, cada um destes últimos, desprovido da interproteção mafiosa, será julgado no tribunal da competência e da honradez intelectual e, muito previsivelmente, jogado às trevas do anonimato, de onde nunca deveria ter saído."

    que se cumpra essa profecia do mestre Olavo de Carvalho!

    Parabéns Felipe!
    Vc já é uma grande personalidade desse renascimento cultural.

    Abraço,
    Valéria

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